Todas as manhãs do mundo são sem volta. Todas elas, sem volta. Todas as manhãs e tardes e noites, e manhãs outra vez. Todas e cada uma, sem volta.
Sem volta são também as madrugadas, idênticas às manhãs que as sucederam e as sucederão. Uma a uma, repetem-se em silêncio, mas se repetem estranhamente. Repetem-se invertidas, pois não voltam. Nenhum, nenhum